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Algo mais para a medicina esportiva
Algo mais para a medicina esportiva

Queremos agora falar de um assunto, também relacionado à questão do desalinhamento corporal, que costumo chamar “algo mais para a medicina esportiva”.

Sabe-se que o verdadeiro atleta se faz não somente de dentro para fora, com boa alimentação, ar puro, hábitos saudáveis, descanso, sono suficiente, boa circulação sangüínea e células sadias para que tenha músculos e nervos fortes. O bom atleta também se faz de fora para dentro, isto é, aplicando as técnicas de educação física e adotando a ciência da terapêutica atlética.

       
O atleta precisa adquirir capacidade física, cardiológica e respiratória para que possa ter condição plena de corrida, velocidade, agilidade, coordenação muscular e resistência. É imprescindível, portanto, que ele não tenha nenhum problema de tronco, quadril, pernas, joelhos, pés e músculos, seja de ordem física, seja de ordem clínica.

        Na verdade, muitos desportistas, principalmente os praticantes de esportes mais vigorosos, como futebol, vôlei, basquete, basebol e lutas orientais, costumam apresentar problemas de ordem clínica. Mas isso não aconteceria com tanta frequência se não houvesse tantos atletas com o corpo desalinhado.

Posso afirmar isso porque examinamos centenas de atletas profissionais e não encontramos entre eles nem um sequer com disposição corporal devidamente simétrica. Mais que qualquer outra pessoa, por causa dos embates naturais do esporte, os atletas estão sujeitos ao desalinhamento musculoesquelético. Eles precisam de cuidados especiais que vão além dos tratamentos convencionais praticados pela medicina esportiva.

Se esses atletas se submetessem à terapia do realinhamento corporal, eles não teriam, por exemplo, distensões musculares nem contusões mais graves. Mesmo que tivessem, iriam sarar rapidamente e seriam mais produtivos em sua modalidade esportiva.

O desalinhamento musculoesquelético

        
         Esse desalinhamento ocorre em resposta ao estímulo de alguma agressão sofrida durante a prática esportiva. Nesse caso, para defender a coluna, o corpo instintivamente promove contrações musculares, conhecidas como ato reflexo, que podem resultar no desalinhamento do corpo.

O esqueleto fica assimétrico, a malha nervosa é alterada e os nervos ficam retesados. Essa desarmonia acaba por agredir a massa muscular, provocando dores, e, eventualmente lesões musculares.

As queixas mais comuns para os atletas em geral são dores lombares; para os nadadores e corredores, cãibras e dores lombares; para os jogadores de futebol, dores lombares, ciáticas, distensões musculares e cãibras; para os jogadores de vôlei, dores lombares e ciáticas; para os tenistas, dores no pescoço, ombro e braços e dores lombares; para os lutadores, dores lombares e ciáticas.

Em alguns casos essas dores podem ser discretas, mas se o atleta vier a se contundir, o problema poderá se agravar com dores reflexas por causa do retesamento dos nervos, decorrente do referido desalinhamento.

O retesamento dos nervos, causado por esse desalinhamento, é um fator fundamental nas distensões musculares e no agravamento das contusões O estiramento dos nervos pode produzir lesões e também agravá-las.

Fatores predisponentes

Observe que no encadeamento dores → contraturas → estiramentos → distensões → rupturas, que caracterizam a lesão muscular, a medicina aponta vários fatores predisponentes, por exemplo: baixa resistência física, fadiga muscular, falta de aquecimento, inatividade prolongada, hiperalongamento muscular e vários outros.

Acontece que os fatores predisponentes, a saber, os que criam as condições para o surgimento de um traumatismo, não são a causa intrínseca das lesões: eles apenas tornam a massa muscular pré-disposta a lesões. Ou seja, o músculo fica propenso a se romper com mais facilidade.

Ainda assim, se o corpo do atleta estiver em sua devida simetria, as lesões dificilmente ocorrerão, mesmo que existam os chamados fatores predisponentes.

         Uma sobrecarga muscular comum ou uma contração mais violenta não iria causar distensão muscular, porque o próprio músculo tem o seu mecanismo de defesa. Quando a força da contração não é suficiente para realizar o trabalho que o corpo exige dela, esse mecanismo de defesa entra logo em ação e ordena imediatamente o relaxamento dos músculos exigidos.

É o que acontece, por exemplo, com o halterofilista. Esse atleta possui muita força muscular, mas quando não consegue levantar ou sustentar o peso, ele simplesmente desiste. Numa ação de autodefesa, por ato reflexo, os impulsos nervosos determinam que os músculos relaxem para não provocarem danos a si mesmos.

Desarmonia cinética       


          Se o corpo estiver em simetria, os nervos e os músculos vão funcionar sempre em harmonia cinética. Ou seja, quando um conjunto de músculos vier a imprimir algum movimento, seja de alongamento, seja de retração, seja de torção, todos os nervos inseridos naqueles músculos vão trabalhar em harmonia, sem nenhum prejuízo para os próprios nervos ou para a massa muscular.

Mas se o corpo estiver fora de simetria, os movimentos neuromusculares ficarão em total desarmonia. Os nervos da coluna, que por causa do desalinhamento corporal estão retesados desde a raiz, ficarão em posição divergente dos movimentos da massa muscular.

Estou convencido de que a causa intrínseca da maioria das lesões é o desalinhamento musculoesquelético. Esse desalinhamento provoca o estiramento dos nervos da coluna, e a desarmonia cinética, que por sua vez pode provocar rupturas musculares sempre que um movimento vier a extrapolar os limites de estiramento dos nervos.

Por exemplo, o atleta comanda o alongamento da perna direita para saltar um obstáculo, interceptar uma bola ou dar um passo mais longo. Mas se o seu corpo estiver fora de simetria, os nervos estarão tolhidos de seus movimentos naturais. Veja o que pode acontecer: ele comanda esse movimento, crendo que os limites de alongamento de seus nervos não foram alterados e que estão trabalhando em harmonia cinética. Mas ele não sabe que, por causa do desalinhamento corporal, esses limites foram modificados.

           
Assim, no esforço paracortar” uma bola, por exemplo, o atleta estira a perna até determinado ponto, achando que esse é o limite do alongamento, mas na verdade esse limite foi alterado pelo desalinhamento corporal. Ele insiste no alongamento para alcançar a bola, mas antes mesmo de chegar ao ponto imaginado, os nervos, que estão divergentes da massa muscular, por causa do desalinhamento, começaram a romper o músculo.

         Agora, qualquer atleta que apresente o corpo devidamente simétrico e o mantenha nessa condição, estará muito mais bem protegido contra o problema das distensões musculares e das contusões. Além de evitar os rompimentos musculares, a simetria do corpo não agride as lesões se elas ocorreram, e também não interfere nas contusões. Isso facilita a recuperação tanto das lesões provocadas por rompimentos musculares quanto das contusões originadas por outros fatores.

A recuperação de Carlos Alberto Torres



    A nova terapia do realinhamento musculoesquelético não só restabelece a harmonia cinética entre nervos e músculos, eliminando a causa intrínseca das lesões musculares, como também permite que as partes lesionadas do corpo por distensões ou contusões sejam curadas mais depressa e que o atleta obtenha melhor rendimento físico.

         Posso citar aqui o exemplo do jogador Carlos Alberto Torres, lateral direito e capitão da seleção brasileira de futebol de 1970. Convocado para a copa da Alemanha de 1974, durante um treino em Teresópolis ele trombou com outro jogador que pisou em seu pé direito e o machucou. Os médicos da seleção dispensaram-no, alegando que ele levaria de quinze a sessenta dias para se recuperar, e esse prazo venceria depois do embarque para a Alemanha.

Carlos Alberto já conhecia o nosso trabalho, pois já o havíamos ajudado a recuperar-se de uma lombociatalgia e de uma contusão no joelho. Então ele nos procurou outra vez e se submeteu a um novo tratamento. Resultado: em quatro dias, com apenas três sessões de realinhamento corporal e aplicações de fotovibroterapia, ele estava plenamente recuperado

O fenômeno das cãibras

Sabe-se também que a causa das cãibras é à falta de oxigênio e à presença de ácido láctico na corrente sangüínea, devido aos esforços físicos prolongados. Porém, descobrimos que as cãibras são mais freqüentes em atletas com o corpo fora de simetria, independentemente do esforço físico. Além das dores musculares e da dificuldade para se recuperar das contusões, alguns atletas vivem se queixando de cãibras.




         Talvez não tenha sido somente o extremo esforço físico a causa das cãibras que acometera a maratonista Gabrielle em 1984, nas Olimpíadas de Los Angeles. Todos viram que, no final da prova, num esforço dramático, ela só conseguia andar cambaleando e precisou ser amparada pelos médicos. O que poucos perceberam, porém, é que ela caminhava cambaleando com o corpo pendido para a esquerda, numa clara demonstração de que estava desalinhado.

Em 1987 fiz parte da comissão técnica de um jogo de futebol amistoso, realizado entre uma seleção de jogadores cristãos e outra de jogadores da região de Poços de Caldas. Naquela partida tivemos o caso de um jogador que foi acometido de cãibras. Contorcendo-se de dores, ele estava caído, e corremos em seu socorro. Não é preciso dizer que a nossa primeira atitude foi recolocar o corpo do jogador na devida simetria. E foi só. Em seguida, para surpresa de alguns, o jogador levantou-se e continuou a jogar normalmente.

Um “algo mais” indispensável

Não fosse a falta de espaço, poderíamos citar outras centenas de casos ocorridos com atletas profissionais ou amadores de várias categorias esportivas, acometidos de dores ou distensões musculares, nevralgias, contusões e cãibras – os quais, tendo se submetido à nova terapia do realinhamento musculoesquelético – ficaram recuperados em espaço de tempo muito menor que o período previsto com tratamentos convencionais. Mas você pode ver outros testemunhos na sessão “Depoimentos” deste site.

Embora a medicina tradicional em toda a sua abrangência terapêutica e fisiátrica tenha conseguido grandes feitos na recuperação traumática, na reabilitação física e até mesmo na produção de atletas, falta a ela “algo mais”. Falta à medicina esportiva o realinhamento musculoesquelético.

Essa terapia veio para acrescentar e somar a tudo de bom que já existe na medicina esportiva. Na verdade, é um “algo mais” indispensável a essa modalidade médica. Enfim, somando-se aos procedimentos tradicionais, a medicina esportiva estaria apta a resolver com muito mais rapidez e eficácia todos os problemas com lesões ou contusões. E os maiores beneficiados seriam os atletas e o esporte.  

Visite nossa clínica em São Paulo, SP, à rua Joaquim Távora, 1410, Vila Mariana. Para agendar avaliações, ligue (11) 5573-8000.

A incrível recuperação de Mané Maria



Ainda como exemplo, e no propósito de destacar a nova terapia do realinhamento musculoesquelético, quero contar resumidamente a história de três atletas que foram recuperados de maneira notável, e também o caso da recuperação de vários jogadores do União Bandeirantes, da cidade de Bandeirantes, Paraná:

O primeiro é o caso do jogador Mané Maria, 22 anos, cujo testemunho a respeito de sua recuperação por meio da nova terapia do realinhamento musculoesquelético, está inserido neste site na sessão “Depoimentos”.

         Jogador do Santos, companheiro de Pelé, Carlos Alberto, Clodoaldo, Edu e outros, Mané, como era chamado carinhosamente por seus amigos, em razão das suas qualidades naturais de ponta direita, veloz e driblador, estava relacionado entre os quarenta jogadores inscritos para disputar a Copa do Mundo, em 1970, no México.

Em 8 de outubro de 1970, a mídia do Brasil inteiro, anunciou: “Mané Maria sofre um grave acidente de automóvel em Santos, com várias fraturas e traumatismo craniano. Em estado de coma, ele está entre a vida e a morte.

Embora tenha ficado em coma durante onze dias, felizmente ele recuperou-se clinicamente. Contudo, mesmo depois de receber alta da Santa Casa de Santos, tendo já feito tratamentos no clube durante quarenta dias, ele não via nenhuma chance de voltar a jogar futebol. Ele mesmo disse:

“Eu andava visivelmente torto, desequilibrado, caindo à toa. Vivia com fortes dores na perna direita e na nuca e ainda estava com um desvio na visão. Na medida em que o tempo passava, durante o qual eu não via nenhum resultado com os tratamentos e exercícios que os médicos me prescreviam, o meu desespero aumentava. Então procurei o dr Pedro e me submeti ao seu método de tratamento, que, aliás, é diferente de todos os que eu já tinha feito”.

O fato é que  Mané Maria, anteriormente ou no acidente, ficara com o corpo desalinhado, caracterizado por uma inclinação do corpo para o lado esquerdo, e, por conseqüência, com os nervos retesados desde a raiz. Isso foi confirmado quando o examinamos, em 28 de janeiro de 1971.

Depois do realinhamento musculoesquelético, que fez o corpo retornar à sua devida simetria, fizemos aplicações de fotovibroterapia. Mesmo tendo verificado nas demais sessões terapêuticas que não houvera recorrência e que o corpo do jogador se mantinha em perfeita simetria, ainda assim, para que não houvesse nenhuma dúvida quanto ao realinhamento do corpo, mantivemos o procedimento do tratamento inicial.

Em seu depoimento, feito em 20 de janeiro de 1975, Mané Maria declarou: “Parecia até um sonho, pois no mesmo instante senti um alívio em todo o meu corpo. Percebi que até a minha visão havia melhorado. É que anteriormente eu sempre enxergava duas imagens, mas logo depois do tratamento notei a diferença quando olhei novamente para um letreiro que estava na sala do dr Pedro. Foi um dia de muita alegria para mim. Desci a serra contente e com as esperanças renovadas. Voltei ao consultório do dr Pedro algumas vezes para fazer aplicações fisioterápicas, mas já não sentia dor alguma, nem na perna, nem na nuca”.

Com muita força de vontade e com grande disposição, o jogador recomeçou os exercícios e, posteriormente, os treinamentos. Disse ainda em seu depoimento: “Eu podia sentir e todos podiam ver a minha recuperação, pois não demorou quarenta dias, e eu já estava participando de treinos e de coletivos...”

“Atualmente, não tenho nenhum problema de ordem física ou psíquica e estou completamente reintegrado ao futebol. Tenho tanta confiança no Dr. Pedro que até já recomendei muitos amigos a ele, como Carlos Alberto Torres, Pelé, Cejas, Joel Camargo e Miflin (jogadores do Santos), Rodrigues Neto e Rogério (Flamengo), Gerson (Fluminense) e outros. Para a minha alegria, todos eles também foram curados”.

Efetivamente reintegrado à sua profissão, Mané Maria jogou ainda o seu futebol alegre durante mais de dez anos. Depois de jogar alguns anos ainda no Brasil (Santos e Noroeste), jogou também no Cosmos de Nova Iorque, ao lado de dois velhos amigos da Vila Belmiro: Pelé e Carlos Alberto Torres.

A ciática de Gerson



        Este é o caso do jogador Gerson, o Canhotinha de Ouro, meia-esquerda e cérebro da seleção brasileira em 1970, no México, cujo testemunho, firmado por ele em 28 de dezembro de 1981, está neste site, na sessão “Depoimentos”. É uma história bastante interessante, como outras dezenas que poderíamos contar.

Diz Gerson: “Quando eu jogava pelo Fluminense, em 1973 fui acometido de dores na região lombar e também nos nervos da perna esquerda. Isso me deixou afastado do futebol por algum tempo. Na ocasião, recebi a visita do Mané Maria, jogador do Santos, que me contou a história incrível da sua recuperação”.

”Não tive escolha senão atender à recomendação do Mané. Na primeira visita que fiz à clínica do Pedro Liasch, ele me examinou e disse que o meu problema era um deslocamento do quadril, que, alterando o esqueleto, retesava os nervos da região lombar e da perna”.

“Disse-me também que a solução do problema era simples: bastaria corrigir o corpo e fazer algumas sessões de fisioterapia. Foi o que ele fez. Passou-me numa mesa elevatória para corrigir a bacia e, em seguida encaminhou-me para uma sessão de fotovibroterapia. É incrível afirmar que dentro de poucos dias eu estava completamente recuperado. Voltei aos treinos no Fluminense e logo comecei a jogar, ostentando o melhor de minha forma física”.

“Vários anos já se passaram, e nunca mais tive problemas de ciática, nem de lombalgia. Desde então, sempre que fico sabendo de alguém que tenha problema de coluna e de dores nevrálgicas ou musculares, recomendo logo o tratamento do Liasch. Até agora, todos os que eu recomendei ficaram satisfeitos”.

O púbis de Alexandre Torres



 
          O terceiro caso é o do filho do capitão da seleção brasileira de futebol Carlos Alberto Torres: o Alexandre Torres, 25 anos, lateral direito, então jogador do Fluminense, cuja história é bastante curiosa. Depois de uma contusão no quadril, em agosto de 1990, ele começou a sentir uma dor inexplicável na região do púbis, isto é, em cima do osso triangular do abdome, a parte anterior do osso ilíaco, situado acima dos órgãos genitais. As dores eram intensas e constantes e não passavam de jeito nenhum: nem com remédios, nem com fisioterapia.

Esgotados os recursos terapêuticos, os médicos começaram a pensar na única opção que restava: uma cirurgia para bloquear os impulsos nervosos e acabar com a dor. Essa opção depois foi abandonada, porque o jogador não concordou. O drama dele, porém, estendeu-se por quatro meses, durante os quais ele não pode jogar.

No começo de fevereiro de 1991, Carlos Alberto Torres me telefonou querendo saber se o problema do Alexandre tinha também alguma coisa a ver com o deslocamento do quadril. Respondi que sim, uma vez que o estiramento do nervo genital, responsáveis pela inervação da parte inferior do púbis e da porção ântero-superior do escroto, pode ser a causa de uma dor reflexa no púbis, caso o corpo esteja fora de simetria.

Dizendo que já tínhamos tratado de vários pacientes com sintomas semelhantes, sugeri que ele viesse a São Paulo o mais depressa possível para ser examinado e, se fosse o caso, iniciar logo o tratamento.

Depois de examiná-lo e constatar que o jogador estava realmente com o corpo desalinhado, iniciamos a terapia. No dia seguinte, ele já se sentiu bem melhor. Mas para que a recuperação fosse plenamente confirmada, ele ainda fez mais duas sessões terapêuticas. Voltou para o Rio e, dias depois, já inteiramente curado, reiniciou os treinamentos e logo começou a jogar. Nunca mais sentiu aquela dor.

A recuperação de jogadores do União Bandeirantes

A soma de três fatores, a saber, o desconforto ou dores neuromusculares, o retesamento dos nervos e a desarmonia cinética, pode tolher os movimentos do atleta, com efeitos negativos em seu rendimento, seja na força muscular, seja na mobilidade, seja na capacidade respiratória e, conseqüentemente, na oxigenação sangüínea.

Tais fatos foram comprovados pela recuperação e acompanhamento de muitos atletas de várias modalidades esportivas, os quais, depois do realinhamento corporal, constataram um ganho considerável em seu estado físico e atlético, em comparação com o estado anterior.

Quero relatar, como exemplo a matéria publicada na Folha de Londrina em 15 de maio de 1972, que reproduzo aqui textualmente:



          “Alguns atletas do União Bandeirantes, PR, necessitaram dos serviços profissionais de Liasch Filho. Ao procurarem aquele profissional, declararam depois que as dores que sentiam desapareceram como que por encanto, tornando-os novamente aptos para a prática do futebol, livrando-os do fantasma da substituição.

Brandão, artilheiro bandeirantino, por exemplo, sentia fortes dores lombares. Afirmou que depois de recuperado, jogando com mais desenvoltura e habilidade, passou inclusive a render mais para o elenco. O ponta-direita Alfaro, que sentia fortes dores nas costas, e tinha dificuldades para os piques, testemunhou o seu encantamento pela recuperação rápida e surpreendente. Depois disso ele notou que se tornou mais desprendido e veloz. O meia-armador China e os zagueiros Chesco, Silvio e Renato também falaram sobre o sucesso da sua cura”.

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