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Sintomas de uma só causa
SINTOMAS DE UMA SÓ CAUSA

À primeira vista pode até parecer estranho afirmar que os “sintomas de coluna” em termos gerais são decorrentes de uma só causa. Isso, no entanto, constitui uma verdade cristalina. Demais disso, não poderíamos esperar que alguém tão facilmente viesse a dar crédito a uma nova doutrina terapêutica, principalmente por se apresentar totalmente descomplicada.

A verdade, porém, é que o mero deslocamento posicional da bacia, ao provocar uma assimetria esquelética, estirar literalmente os nervos raquidianos e agredir a massa muscular, constitui realmente a causa da maioria dos seculares “sintomas de coluna”.

São problemas que, abrangendo indistintamente todas as classes sociais, não só causam grande sofrimento, como constituem fontes de problemas econômicos e financeiros, tanto às pessoas em particular quanto ao país, uma vez que ninguém pode exercer um trabalho produtivo carregando consigo o peso do sofrimento físico e mental decorrentes desse mal, sem falar nas despesas hospitalares.

Como prova de que a nova terapia constitui um marco no “tratamento de coluna”, você conhecerá neste capítulo o testemunho de diversos pacientes recuperados de vários sintomas. São histórias — às vezes dramáticas — de sofredores que não só revelam um final feliz para o drama que viveram, mas também anunciam a outros sofredores a boa nova de que “o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã” (Sl 30.5). Embora sejam protagonistas de casos verdadeiros, os nomes são fictícios.

ESTRESSE
No caso do estresse, ocorre um fenômeno ao qual os médicos chamam síndrome de adaptação. Quando os estímulos enviados pelos órgãos sensitivos nos avisam de algum perigo que nos ponha em risco de morte ou nos alertam da iminência de agressões físicas ou morais, o nosso organismo reage extraordinariamente, numa ação conjunta das glândulas supra-renais e dos nervos simpáticos e parassimpáticos, nesse caso interrompendo a circulação e as secreções gástricas e no outro segregando adrenalina na corrente sangüínea.

Essa providência involuntária do organismo humano, gerada pelo inteligentíssimo sistema nervoso autônomo, constitui um estado de alerta.

Caso o risco continue, porém, e não encontremos solução imediata para o problema, permanecemos num estado contínuo de emergência e ficamos estressados.

Além disso, somos literalmente envenenados, pois a adrenalina, conhecida também como o hormônio do estresse, é uma substância altamente tóxica, o que nos coloca num estado permanente de tensão neuromuscular. Instalando-se o estresse em nosso estilo de vida, ele produz, num círculo vicioso, os seus malefícios: pressão alta, alergias, úlcera duodenal, prisão de ventre, desânimo, ansiedade etc. e, por conseqüência, as contrações musculares e o agravamento dos “sintomas de coluna”. E mais estresse.

Tais sintomas têm infelicitado milhões de pessoas no mundo inteiro. O estresse, por exemplo, é um dos grandes males da humanidade.
Só nos Estados Unidos, esse problema de saúde consome anualmente dos cofres públicos a fabulosa soma de 200 bilhões de dólares.

Observe-se que no caso do estresse ocorre o que chamamos círculo vicioso. Os sintomas de coluna, pela constante agressão física, provocam o estresse, e este, por sua vez, em virtude das constantes contrações musculares involuntárias, acabam por agravar os “sintomas de coluna”, que por seu turno continuam provocando estresse, e assim sucessivamente.

Ora, realinhando-se o esqueleto e eliminando-se o retesamento dos nervos, alivia-se conseqüentemente a tensão e a agressão neuromuscular. Assim, sentiremos bem-estar e a diminuição da produção de adrenalina.

Acrescente-se o aumento da liberação de endorfina, substância produzida pelo sistema nervoso central no hipotálamo, e teremos uma vida feliz. Dotada de um poder analgésico semelhante, porém trezentas vezes mais poderoso que o da morfina, a endorfina produz alegria e bem-estar, que por sua vez produz mais endorfina, gerando mais alegria e bem-estar.

Centenas de casos de estresse foram tratados em nossa clínica, com resultados satisfatórios. Cito como exemplo o caso de Judite, 37 anos, solteira. Ela convivia com muitas dores, e o estresse e a neurose eram tão intensos que ela já estava a ponto de perder todas as suas amizades. Havendo alguém lhe recomendado o nosso tratamento, bastaram dez sessões para que ela ficasse plenamente curada, libertando-se não só de suas dores, mas também da neurose e do estresse, recuperando a alegria de viver.

Visite nossa clínica em São Paulo, SP, à rua Joaquim Távora, 1410, Vila Mariana.
Para agendar avaliações, ligue (11) 5573-8000


CERVICALGIA
Segundo a medicina, uma das conseqüências mais desagradáveis da cervicalgia é o torcicolo, a saber, movimentos espasmódicos de músculos do pescoço, cujas contrações inesperadas não só provocam dores agudas, como também, impedindo a movimentação do pescoço, fazem com que a cabeça fique inclinada para o lado.

Dizem os médicos que a cervicalgia, caracterizada por dores na região da coluna cervical, nuca e pescoço, é decorrente de espondilopatia ou discopatia, por exemplo, anomalias discovertebrais. Ela admite que nos casos considerados graves o tratamento deve ser feito com a interrupção da condutibilidade das vias nervosas, processo em que os nervos cervicais são bloqueados com injeção de anestésicos.

Essas anomalias, entretanto, não são a causa da cervicalgia, como também não são necessárias injeções de anestésico para curar crises de cervicalgia, uma vez que centenas de pacientes acometidos desse mal e de suas conseqüências, incluindo-se o torcicolo, submetidos à nossa técnica terapêutica, que não inclui medicamentos, ficaram plenamente recuperados. Obviamente, eles continuaram apresentando as anomalias discovertebrais — se é que as possuíam —, já que a nossa técnica consiste simplesmente na reposição do esqueleto à sua natural simetria e em sessões de fisioterapia.

Resta-nos acreditar que a causa real desses sintomas é o desalinhamento musculoesquelético, que, retesando os nervos cervicais, contrai a musculatura, causando não só espasmos musculares nessa região, como também nevralgia em toda a região do pescoço, dos ombros e dos braços.

Dentre as centenas de pacientes recuperados de cervicalgia, destacamos o caso da Dorotéia, 66 anos, do lar. Ela estava sofrendo havia 22 anos e já não tinha esperança de cura. Recomendada por uma amiga, submeteu-se ao tratamento e ficou plenamente recuperada com apenas dez sessões fisioterápicas.

DOR DE CABEÇA
Quase todos os seres humanos já sofreram alguma vez de algum tipo de dor de cabeça.

Hoje, cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo inteiro — mais de 30 milhões só no Brasil — estão sofrem desse mal. Existe até uma associação, fundada em 1978, denominada

Associação Brasileira de Cefaléia, cujos sócios são médicos neurologistas, ginecologistas, otorrinolaringologistas e ortopedistas preocupados com o grande problema da dor de cabeça.

Apesar de a dor de cabeça ser um mal universal, a grande maioria dos médicos não está a par dos progressos no campo da enxaqueca e da cefaléia, uma vez que, na maior parte das faculdades de medicina em todo o mundo, segundo aquela associação, a matéria nem sequer consta do currículo. O médico obtém o diploma, mas não sabe lidar com a dor de cabeça, aguda ou crônica. Daí a diversificação terapêutica.

Cada caso é um caso, e na verdade os mais conhecidos tipos de dor de cabeça são: enxaqueca — dor lateral; cefaléia tensional — dor fraca em aperto; sinusite — dor aguda nos seios da face; cervicalgia — dores na nuca e atrás da cabeça; cefaléia tóxico-metabólica — “ressaca”; cefaléia psicogênica — psíquica; cefaléia hipertensional — dor de cabeça em geral com afogueamento da face; cefaléia tumoral ou acidente vascular; encefalite meningocócica — meningite; cefaléia artrítica temporomandibular.

O fato é que cerca de 80% dos casos de enxaqueca e cefaléia, à exceção das dores de cabeça infecciosas, estão direta ou indiretamente relacionados aos “sintomas de coluna”, decorrentes da referida desarmonia esquelética.

Na medida em que os sintomas se manifestam com mais freqüência nas regiões da coluna cervical, as dores de cabeça podem exacerbar-se cada vez mais.

O estiramento dos nervos cervicais, principalmente os da C1, C2 e C3, os quais inervam os músculos longos, reto-laterais e reto-anteriores da cabeça, e também das regiões temporais e do pavilhão da orelha, provoca grande tensão nesses músculos, ocasionando enxaquecas e cefaléias.

Quase todos os pacientes com “problemas de coluna” em geral e praticamente todos os que são acometidos de cervicalgia em particular sofrem de algum tipo de enxaqueca ou de cefaléia. Na verdade, é quase impossível encontrar alguém com “sintomas de coluna” que não reclame também de alguma dor de cabeça.

Felizmente, a “terapia de coluna”, que consiste no realinhamento musculoesquelético, tem produzido também ótimos resultados nos casos de enxaquecas e de cefaléias decorrentes das tensões cervicais. Muitos pacientes acometidos de enxaquecas e cefaléias foram recuperados.

Dentre os inúmeros pacientes que se submeteram ao nosso novo “tratamento de coluna” e ficaram recuperados, quero destacar o caso da paciente

Joana, 49 anos, gerente comercial, que vinha sofrendo de cervicalgia, lombalgia, torcicolos e de uma forte e contínua dor de cabeça havia 12 anos. Ela já estava desiludida de que algum dia pudesse ficar livre de suas “dores de coluna”, principalmente das dores de cabeça, quando uma freguesa sua indicou-lhe a nossa clínica. Bastante desconfiada, ela deu início ao tratamento, perfazendo um total de doze sessões terapêuticas.

Qual não foi a sua surpresa ao verificar que não somente as “dores de coluna” haviam desaparecido, como também as dores de cabeça foram totalmente aliviadas.

DISTÚRBIOS DIGESTIVOS
Outro fato muito comum, a exemplo do que acontece com aqueles que não somente apresentam “problemas de coluna”, mas também ficam com o sistema nervoso abalado, é que a grande maioria deles têm problemas com o aparelho digestório.

Acontece que, pela mesma trilha — a malha nervosa por onde passam possíveis problemas do sistema nervoso — passam também os sintomas do aparelho digestório. Igualmente nesse caso dificilmente encontraremos alguém com “sintomas de coluna” que não tenha também algum distúrbio digestivo.

Os problemas digestivos, também denominados pelos médicos dispepsia digestiva, manifestam-se de muitas maneiras. As mais comuns são: dispepsia gastrointestinal flatulenta, que se apresenta com excesso de gases no estômago ou nos intestinos, cujos sintomas são dores, arrotos, náusea e vômitos; dispepsia nervosa, caracterizada por gastralgia, a saber, dores estomacais, por excesso de ácido clorídrico; dores gastrointestinais decorrentes de tensão nervosa, choques ou desequilíbrios emocionais.

Como já dissemos, o complexo nervoso (incluindo-se o sistema nervoso central, o periférico e o autônomo) comanda todos os músculos do corpo e regula todas as funções corporais. Ora, se o sistema nervoso for abalado, prejudicado ficará também o funcionamento do aparelho digestório, uma vez que é o sistema nervoso que comanda e regula as funções digestivas. Presume-se, pois, que um sistema nervoso abalado, seja por seus sintomas de excessiva excitabilidade, seja por suas manifestações psíquicas, venha a ser a maior causa dos problemas digestivos. E, também como já foi dito, antes de qualquer agressão ao organismo, o sistema nervoso terá causado danos a si próprio. Essa a razão por que boa parte dos que “sofrem de coluna” e têm nevralgia apresentam também o sistema nervoso abalado e, por conseqüência, algum problema digestivo.

Sabe-se que o principal nervo do sistema digestivo é o nervo vago, o décimo par de nervos cranianos. Ele inerva a língua, a epiglote, a traquéia, a faringe, a laringe, o esôfago e as vísceras e ainda dá origem a vários ramos de nervos do aparelho digestivo, inclusive os nervos pulmonares. Embora seja nervo craniano, o nervo vago, através do nervo acessório — o décimo primeiro par de nervos cranianos, com o qual se interliga e que por sua vez está ligado diretamente ao nervo cervical C2 — obviamente está ligado indiretamente a nervos raquidianos cervicais.

Não é de admirar que qualquer agressão de nervos cervicais venha também refletir em nervos cranianos que estejam direta ou indiretamente ligados a nervos cervicais. Essa a razão por que o tensionamento nervoso decorrente da assimetria músculo-esquelética, a principal causa dos “sintomas de coluna”, pode também vir a ser a causa de grande parte dos distúrbios digestivos.

A propósito, constatamos inúmeros casos de pacientes com problemas digestivos que, submetidos ao nosso tratamento para “dores de coluna”, tão logo ficaram livres daqueles sintomas perceberam também alívio nos distúrbios digestivos.

É o caso do paciente Jurandir, 60 anos, oficial do exército, cujos “sintomas de coluna” o afligiam havia vinte anos. Ele padecia também de um impertinente distúrbio digestivo. Depois de uma série de tratamentos pela nova terapia do realinhamento musculoesquelético, ele não somente ficou livre dos “sintomas de coluna”, como também sentiu um grande alívio nos problemas digestivos.

   
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NEVRALGIA DO TRIGÊMEO
Caracteriza-se a nevralgia por uma sensação de dor no trajeto de algum nervo ou na parte do corpo inervada por ele, sem nenhuma mudança física correspondente. Uma das mais freqüentes e ao mesmo tempo mais dolorosas é a nevralgia do quinto nervo craniano, conhecido também por trigêmeo, que inerva a fronte, o rosto e a mandíbula.

Esse nervo pode adquirir uma tal sensibilidade que uma simples corrente de ar ou um ligeiro toque sobre a face são suficientes para desencadear uma dor aguda, que pode atingir tanto apenas uma ramificação quanto a combinação das três ramificações faciais do trigêmeo, afetando as regiões da fronte, dos olhos, do nariz e da boca, conjunta ou separadamente. Para a medicina, a causa é desconhecida, e o tratamento pode chegar ao extremo de uma intervenção cirúrgica para obstruir as raízes do nervo.

Ocorre, porém, que não só a causa é conhecida agora, como também a solução é simples. Embora o trigêmeo constitua o quinto par de nervos cranianos, ou seja, da cabeça, existem alguns nervos cervicais que se interligam com nervos cranianos.

O referido retesamento nervoso cervical decorrente do desalinhamento corporal pode interferir em nervos cranianos e, nesse caso, provocar a nevralgia do trigêmeo. Para desativá-la, basta realinhar o esqueleto, e descomprimir as vértebras dos seguimentos cervicais.

O alívio pode vir imediatamente ou, no mais tardar, em alguns dias. Inúmeros casos de nevralgia do trigêmeo foram resolvidos satisfatoriamente em nossa clínica. É o caso, por exemplo, da paciente Lina, 30 anos, do lar, acometida havia muitos meses de dores agudas nos nervos do rosto e da mandíbula, episódio que se repetia periodicamente desde vários anos.

Com o realinhamento musculoesquelético, ela ficou plenamente recuperada.

LABIRINTITE
Labirintite (otite interna) é a inflamação do labirinto do ouvido, que é um sistema complicadíssimo de vias de comunicação.

Quando esse sistema é afetado, o paciente pode sofrer perturbações, como a vertigem — sensação de movimento oscilatório ou giratório do próprio corpo ou do entorno com relação ao corpo, caracterizada por desequilíbrio. Pode também sofrer dor de ouvido e zumbido. A labirintite mais comum é a serosa, decorrente de infecções bacterianas, traumáticas ou provocadas por toxinas.

Existe, porém, outro problema de ouvido, incidente em boa parte de pacientes com cervicalgia, que não se classificaria como labirintite, embora os sintomas em alguns casos sejam bem parecidos, como a vertigem e o zumbido. É o que poderíamos chamar “sintomas de labirintite” por ação nervosa sensitiva reflexiva, decorrente de estiramento dos nervos cervicais, em conseqüência da já referida desorganização esquelética.

Isso talvez ocorra pelo fato de alguns pares de nervos cervicais se interligarem com nervos cranianos, razão pela qual o sistema do labirinto do ouvido pode ser afetado por reflexo sensitivo, como possivelmente acontece no caso da nevralgia do trigêmeo e do nervo ótico.

A nossa experiência clínica comprova que inúmeros sintomas, como tonteira, desequilíbrio e zumbido, atribuídos à labirintite, revelaram não ter qualquer relação com a otite interna, uma vez que os exames na maioria dos casos foram negativos. Isso nos leva a crer que são sintomas de problemas cervicais. E mais: alguns dsses pacientes, submetidos à nossa terapia, tiveram os sintomas atenuados consideravelmente e  outros completamente eliminados.

É o caso do paciente Jessé, 37 anos, engenheiro civil, acometido de dores neuromusculares nas regiões do pescoço, da nuca, dos ombros e dos braços havia cerca de dezessete anos. O que mais o incomodava, porém, era uma tonteira, própria de labirintite, que passara a sentir nos últimos anos, embora os exames nada acusassem. Depois de dez sessões fisioterápicas, ele não só ficou livre das dores cervicais e plexobraquiais, como também constatou, surpreso, que a vertigem havia desaparecido.

NERVOSISMO
Os “sintomas de coluna” começam no sistema nervoso. Não só a excessiva excitabilidade do sistema nervoso, como a tensão nervosa, a irritabilidade, o histerismo, o “nervo à flor da pele” ou a exaltação, mas também as manifestações psíquicas, como neurose, depressão, angústia, mau humor, neurastenia, insônia, pesadelos, perturbação do sono, tremor muscular, instabilidade emocional, aborrecimento sem motivos aparentes, são problemas associados à morbidez do sistema nervoso e constituem os primeiros “sintomas de coluna”, um dos principais a serem considerados.

O sistema nervoso (incluindo-se o sistema nervoso central, o periférico e o autônomo) controla todos os movimentos musculares, regula todas as funções corporais, como os sistemas circulatório, respiratório e digestivo, e conduz ao cérebro as sensações de dor e de outras ordens.

Regula também a maioria dos órgãos de funcionamento autônomo, como os músculos involuntários, as glândulas e o coração.

Ora, à vista disso, não é preciso argumentar exaustivamente para se perceber que qualquer lesão, agressão ou desarranjo do sistema nervoso seja suficiente para alterar, prejudicar ou até interromper o funcionamento em parte, ou total de nosso organismo. É bom lembrar, porém, que antes de causar danos ao próprio organismo qualquer transtorno do sistema nervoso causará danos a si próprio. É o que chamamos nervosismo, sistema nervoso abalado ou esgotamento nervoso, tendo como resultado os sintomas acima descritos. Não é de admirar que não haja ninguém que sofra dos “problemas de coluna” que não reclame também de sintomas do nervosismo.

A nossa experiência clínica fisioterápica constatou que as agressões mais freqüentes cometidas contra o sistema nervoso são aquelas provocadas pelo repuxo dos nervos, decorrentes do desalinhamento corporal. Considerando-se que os nervos raquidianos saem da coluna e, inserindo-se na massa muscular, ramificam-se por todo o corpo, é possível medir a dimensão dessas agressões.

Ora, se o corpo ficar fora de simetria, em desarmonia ficará também toda a malha nervosa, que entesada se tornará passivamente agressora de si mesma. Ainda prejudicando o próprio corpo, os nervos ficarão ativamente agredindo a massa muscular e os órgãos internos aos quais eles se inserem. Tanto é que a maioria de nossos pacientes “sofredores de coluna” que se queixavam também de esgotamento nervoso, apresentando vários sintomas de nervosismo, tão logo se submeteram à terapia do realinhamento corporal sentiram grande alívio ou ficaram completamente curados.

Cito como exemplo a paciente Marilu, 43 anos, artesã, cujas dores cervicais, plexobraquiais, dorsais e lombares a molestavam havia mais de dez anos. O que nunca a deixava sossegada, porém, eram os sintomas do sistema nervoso. Era neurótica, sentia-se angustiada, mal-humorada e às vezes com os “nervos à flor da pele”. Ela brigava com todo o mundo e já estava se tornando difícil conservar as amizades. Um dia, porém, ela teve a oportunidade de conversar com um freguês, que fora nosso paciente. Ouvindo as reclamações dela, imediatamente indicou a nossa clínica.

O fato é que depois de oito sessões terapêuticas ela já estava livre das dores, mas ainda estava com o sistema nervoso abalado. Passaram-se trinta dias, e, como havíamos combinado, ela retornou para fazer a manutenção, quando nos disse que estava muito surpresa com o seu bem-estar, pois até os sintomas do sistema nervoso haviam desaparecido.

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PLEXOBRAQUIALGIA
Segundo a medicina, a plexobraquialgia, ou seja, dores no conjunto de nervos cervicais, que podem irradiar-se pelos ombros, braços, mãos e dedos das mãos, é conseqüência de pinçamento, a saber, da compressão de nervos cervicais. A nossa experiência clínica, porém, indica que a causa da plexobraquialgia é o repuxo dos nervos cervicais, decorrente do aludido desalinhamento musculoesquelético.

Inúmeros pacientes submetidos à nossa técnica terapêutica de realinhamento corporal ficaram plenamente recuperados, obviamente porque isso promove o abrandamento dos nervos desde a raiz, o que nos leva a concluir que a causa real do problema é o estiramento, e não o pinçamento de nervos cervicais. Demais disso, à exceção dos casos de traumatismos vertebrais, não deveria ocorrer pinçamento nervoso, pois o orifício de conjugação por onde passam os nervos raquidianos tem o diâmetro cerca de cinco vezes maior que o próprio nervo.

Assim, nem uma calcificação de cem anos poderia obstruir esse orifício, vindo a causar o pinçamento.

Dentre os inúmeros casos de plexobraquialgia resolvidos satisfatoriamente em nossa clínica, destacamos o caso do paciente Dorival, 89 anos, comerciante, que sofrera durante dez anos e havia procurado todos os meios terapêuticos disponíveis, sem bom resultado. Submetendo-se à nossa terapia do realinhamento musculoesquelético, porém, ele ficou plenamente recuperado.

COSTALGIA
Costalgia é a dor na região das costelas. É também muito comum, e o diagnóstico é uma incógnita para os médicos, pois na maioria dos casos não existe nenhum fato aparente que a justifique, como traumatismo, luxação ou fratura. Pode ser tanto uma dor aguda quanto uma dor surda, que às vezes se agrava com a respiração profunda.

Constatamos também que casos assim estão relacionados com a dessimetria esquelética, pois a alteração da malha nervosa estira os nervos cervicais e dorsais, os quais, inervando o tronco, podem ocasionar dores nas costelas. E, com o estiramento dos nervos frênicos, que comandam o diafragma, o aludido desarranjo esquelético pode interferir na respiração profunda, aumentando as dores nas costas.

Um caso típico é o de nossa paciente Elke, do lar, 47 anos. Ela não sofria apenas de costalgia, pois apresentava também “dores de coluna” generalizadas. Mas o que a incomodava realmente havia trinta anos eram as dores nas costelas do lado esquerdo, que se tinham agravado nos últimos três anos, desde que sofrera um enfarte do miocárdio. Recomendada por um paciente recuperado do mesmo problema, ela procurou a nossa clínica. Não será preciso dizer que ela também ficou plenamente curada.

TORAXALGIA
A grande maioria dos casos de angina pectoris, que significa “dor do peito”, refere-se à toraxalgia, que nada tem que ver com problemas cardíacos, embora às vezes sejam dores semelhantes, caracterizadas por sensação de opressão e de intensa constrição do tórax. A toraxalgia é também responsável por freqüentes taquicardias, a saber, inesperadas acelerações do coração.

Essa dor não só pode ocorrer no peito, como também nos ombros e nos braços, tanto do lado esquerdo quanto do lado direito, dependendo da posição dessimétrica do esqueleto, pois em qualquer caso os nervos de um lado do corpo ficam presos e os do outro ficam soltos.

A toraxalgia inclui também a dor ou o desconforto na respiração, canseira e indisposição, provenientes do estiramento do nervo frênico, fenômeno que interfere no funcionamento do diafragma, músculo que faz inflar e desinflar os pulmões.

Saiba que a referida dessimetria esquelética altera a malha nervosa raquidiana, estirando os nervos cervicais e dorsais, que por sua vez afetam os músculos cardíacos, pulmonares e de toda a região do tórax. Esse fato, a qualquer momento, sob contrações musculares, pode desencadear dores neuromusculares caracterizadas pela toraxalgia e suas manifestações.

Temos obtido excelentes resultados no tratamento de toraxalgia, uma vez que muitas pessoas acometidas de dores do peito, algumas das quais simulando angina pectoris e problemas cardíacos, foram plenamente recuperadas. Na maioria dos casos, nem é preciso submeter à fisioterapia, bastando o realinhamento corporal.

Menciono como exemplo o caso da Carla, 42 anos, comerciante, cujas dores a torturavam havia cerca de quinze anos. No começo, apavorada, procurou um cardiologista e fez exames completos. Nada, porém, foi encontrado que justificasse algum problema cardíaco.

Depois, acostumando-se com a idéia de que o seu problema não era do coração, sempre que entrava em crise procurava outros meios terapêuticos, mas não conseguia livrar-se das dores no peito.

Uma de suas freguesas então lhe contou que se havia tratado conosco de “problemas de coluna” e, desconfiando que esse poderia ser o problema, indicou-lhe a nossa clínica. Feita a costumeira avaliação física, constatamos que ela realmente estava com o corpo desalinhado.

Já nas primeiras sessões, ela sentiu-se aliviada da toraxalgia, mas continuou o tratamento porque apresentava também outros “sintomas de coluna”, que foram eliminados após umas poucas sessões terapêuticas.

  
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LOMBALGIA
A lombalgia pode localizar-se na região lombar inferior da coluna vertebral e irradiar-se para as laterais, para as nádegas, para o cóccix e para toda a região dos quadris. Trata-se de um sintoma que, para a medicina, tanto pode provir de uma lordose quanto de problemas mecânicos, ocasionados por má postura, excesso de peso, exercícios sobre a coluna ou esforços violentos no trabalho. Dizem também que pode ter como causa problemas traumáticos, isto é, lesões ou traumatismos violentos vertebrais, ligamentares, musculares ou nervosos, como também certas enfermidades, como a sífilis, a osteomielite e a artrite reumatóide.

A bem da verdade, a causa da lombalgia não se origina de problemas mecânicos, e sim da mecânica esquelética. Embora os esforços físicos possam causar dores momentâneas pela diminuição do oxigênio e por excesso de ácido láctico na corrente sangüínea, depois do devido repouso — refeita a taxa de oxigênio e eliminado o excesso de ácido láctico no sangue — as dores desaparecem. Quanto às causas traumáticas — vertebrais, musculares ou nervosas —, está claro que elas podem provocar a lombalgia, o que também pode ocorrer nos casos das enfermidades mencionadas.

Já os casos de malformação congênita, como a megapófise (aumento exagerado das espinhas vertebrais), a espondilossindese (fusão de vértebras), a espondilolistese (deslizamento de vértebras), não constituem a causa da lombalgia, pois são alterações adaptadas ao organismo humano, cujos defeitos foram assimilados durante o desenvolvimento do corpo desde o ventre materno.

O que constatamos foi que a causa comum da lombalgia, na grande maioria dos casos, não provém de lordose nem de agressões mecânicas, pelos motivos já expostos, nem de fatores congênitos, nem de enfermidades. A sua origem não está em problemas mecânicos, e sim na mecânica corporal, ou seja, na assimetria esquelética, que, alterando a malha nervosa, estira os nervos raquidianos e provoca não somente a lombalgia, como também muitos outros sintomas dolorosos.

Tais fatos foram comprovados nos quase quarenta anos de funcionamento de nossa clínica, com a recuperação de inúmeros pacientes que sofriam de lombalgia e de malformações congênitas. É evidente que, embora tenham ficado livres de suas dores lombares, os defeitos congênitos continuaram, o que prova não serem eles a causa da lombalgia.

ABDOMINALGIA
A abdominalgia refere-se às dores abdominais, incluindo-se as regiões do fígado, estômago e rins e do baixo ventre, dores viscerais e das vias urinárias e dores das virilhas. Consoante ao ensino médico, as causas mais comuns da abdominalgia são a intoxicação alimentar, a obstrução intestinal, os distúrbios digestivos (incluindo-se a gastrite e a úlcera péptica), inflamação do apêndice, e a infecção da vesícula biliar.

Segundo os médicos, tais problemas podem ocorrer em um ou mais pontos das três regiões subdivididas do abdome, que são as seguintes: região hipocôndrica, ou seja, superior direita ou esquerda; região umbilical, a saber, flanco direito ou esquerdo; região hipogástrica, isto é, ilíaca direita ou esquerda, incluindo o púbis. Sabe-se, no entanto, que para muitos casos de dores abdominais não existe explicação aceitável, uma vez que os exames não apresentam uma causa sequer que as justifique.

Ocorre, porém, que para a grande maioria dos casos de abdominalgia a causa do problema é o repuxo dos ramos nervosos que inervam toda a região, decorrente da referida assimetria esquelética. Como sabemos, somos dotados de uma grande malha nervosa que, originando-se na coluna vertebral, se ramifica por todo o corpo, inserindo-se nos músculos, tendões e órgãos, e comanda todas as suas ações, voluntárias ou involuntárias — não somente a ação dos músculos, mas também de todos os órgãos do corpo humano.

Quando o esqueleto tem a simetria alterada, altera-se também toda a malha nervosa. Ora, estirando-se os nervos em decorrência desse desalinhamento corporal, é óbvio supor que desde a raiz até as suas extremidades, eles irão prejudicar não somente os músculos nos quais estão inseridos, mas também os órgãos comandados por eles. Essa a razão por que a medicina, deixando de reconhecer a referida desarmonia esquelética, não encontra motivo para a maioria dos casos de abdominalgia.

Graças à nossa descoberta, entretanto, temos conseguido excelentes resultados nesses casos.

Muitas pessoas que viviam sofrendo com dores abdominais, para as quais a medicina não tinha explicação, hoje estão aliviadas.

É o exemplo da paciente Maura, 54 anos, do lar, acometida de dores abdominais e lombociáticas, havia doze anos. Assistindo a uma entrevista na televisão, ficou tão entusiasmada que no mesmo dia marcou uma consulta. Feita a avaliação, constatamos a dessimetria esquelética e a encaminhamos para tratamento.

Logo após as primeiras sessões terapêuticas, ela já sentiu alívio das dores abdominais, ficando plenamente curada depois de oito sessões. Para curar-se também da lombociatalgia, cumpriu mais cinco sessões. Hoje, ela faz questão de indicar a nossa clínica para outras pessoas que estejam com algum “problema de coluna”.

CIÁTICA
A ciática é conhecida também como nevralgia do ciático, que são dores no trajeto e em toda a extensão dos nervos da perna ou nos músculos por eles inervados. Sabe-se que o nervo ciático é o maior nervo do corpo humano, cujo tronco é do diâmetro do dedo polegar. Desce da parte inferior da coluna vertebral pela face posterior da coxa, ramificando-se por toda a perna, até a ponta dos dedos dos pés.

A ciática, porém, não acontece isoladamente, pois de modo geral surge depois de uma lombalgia, podendo não só coexistir simultaneamente com esta, caracterizando a lombociatalgia, como também exacerbar-se sozinha, distinguindo-se tão-somente como ciática. Nessa conjuntura, as dores podem tornar-se mais intensas, causando grande sofrimento ao paciente. Alguém me definiu a dor ciática como “uma dor de dente na perna”.

As causas das dores ciáticas, para a medicina, obviamente são as mesmas da lombociatalgia, ou seja, a neurite ciática e a hérnia discal. Segundo esse conceito médico, tanto pode ocorrer uma inflamação do nervo, no caso da neurite, como pode haver uma compressão ciática, no caso da hérnia de disco.

À semelhança do que afirmamos no caso da lombociatalgia, ao contrário do que preceitua a medicina, a ciática é gerada pelo repuxo do nervoso ciático, ocasionado pelo já referido desalinhamento, decorrente de uma mudança posicional do quadril e provocado por algum acidente ou agressão que o corpo venha a sofrer.

Esse fenômeno tem sido sobejamente comprovado em nossa clínica, mediante a recuperação de milhares de sofredores de ciática, entre elas muitos pacientes com hérnia de disco. Alguns deles já haviam passado por cirurgia, mas sem experimentar melhora, o que era de esperar, pois a causa da ciática não é a hérnia discal. Depois que se submeteram ao realinhamento corporal, porém, ficaram recuperados. Já os que não haviam passado por cirurgia também se recuperaram, passando a conviver com a própria hérnia, que, embora constitua fator agravante da ciática ou da lombociatalgia, pode passar desapercebida se o corpo permanecer em sua regular simetria.

Temos constatado ao longo de quase quarenta anos de trabalho que, à exceção da hérnia posterior, que pode comprimir raízes nervosas, a maioria das hérnias laterais de disco — e mesmo as laterais posteriores — não o fazem, podendo, na pior das hipóteses, tornar-se fator agravante da ciatalgia. No entanto, deixarão de sê-lo tão logo o esqueleto fique realinhado, pois permitirá que a hérnia retroceda.

Ora, não ocorrendo nenhum outro desalinhamento, não só os nervos não ficarão retesados, como também o disco não mais será agredido e a hérnia ficará aliviada, podendo retroceder. Aí o paciente poderá ficar livre de suas dores, embora continue com a hérnia.

O fato mais significativo, entretanto, como já foi dito, é que a grande maioria dos que sofrem de ciática (cerca de 3.500 só dos nossos pacientes) não é portadora de hérnia discal. Isso ainda reforça a tese de que a hérnia não é a causa da ciática.

Relatarei agora a história de três pacientes, sofredores de ciática. O primeiro é o de Norma, 70 anos, aposentada, operada de hérnia de disco da quinta vértebra lombar e da primeira sacral, cujo diagnóstico fora comprovado por mielografia, pois na época ainda não se falava em ressonância magnética. Ela dizia que, mesmo operada, nunca ficou livre da ciática.

Ao assistir a uma reportagem na televisão sobre o nosso trabalho, ela nos procurou sem nenhuma esperança, pois já sofria por 35 anos. A nova terapia, baseada no reajuste musculoesquelético, foi realizada com êxito, pois não foram necessárias mais que quinze sessões para que ficasse plenamente recuperada.

O segundo caso é o de Túlio, 35 anos, bancário, sofredor de ciática havia dez anos, portador de hérnia discal, também da quinta vértebra lombar e da primeira sacral, comprovada por tomografia computadorizada. Prescreveram-lhe uma cirurgia, mas ele a recusou, tendo em seguida procurado outros meios terapêuticos, mas sem nenhum resultado satisfatório. Então um cliente do banco, que fora nosso paciente e que se recuperara do mesmo problema, percebendo que o Túlio estava se queixando de dores ciáticas, indicou-lhe a nossa clínica. Resumindo, ele fez o tratamento e, mesmo deixando de fazer a cirurgia de hérnia discal, ficou livre das dores ciáticas.

O terceiro caso é o do Jaci, 61 anos, dentista, que já estava sofrendo de ciática havia treze anos. Os exames de ressonância magnética, porém, não acusaram nenhuma hérnia de disco. Para nós, aquilo não era novidade, uma vez que a maioria dos sofredores de ciática comprovadamente não possuem hérnia do disco. Por indicação de outro paciente, recuperado de lombociatalgia, Jaci procurou a nossa clínica, submetendo-se ao novo tratamento. Com apenas dez sessões terapêuticas, já estava plenamente recuperado.


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TENDINITE
Os tendões são uma faixa fibrosa de tecido do tipo conectivo que ligam os músculos aos ossos, para transmitir as trações e a força exercidas por esse músculo. Tendinite significa “inflamação de tendões”.

Segundo o conceito médico, a tendinite pode advir por contusões traumáticas, desgarramento traumático das ligações fibrosas, artropatia inflamatória subjacente e ainda pela moderna LER (Lesão por Esforço Repetitivo), que acomete os digitadores profissionais de informática, bem como os músicos profissionais, principalmente os tecladistas, guitarristas, bateristas e percussionistas.

O tendão que liga os músculos da barriga da perna — designados por gêmeos e solear — ao osso do calcanhar, flexionando a articulação do tornozelo, é conhecido como tendão-de-aquiles — uma referência à Ilíada, de Homero, segundo a qual o único ponto vulnerável de Aquiles era o calcanhar.

As dores do tendão-de-aquiles, por sua vez, podem advir não só por contusões traumáticas, mas também por pressão exercida por sapatos apertados e ainda por calcificação da parte posterior da face plantar, conhecida como esporão. Ainda para a medicina, o tratamento da tendinite é feito, em alguns casos, por imobilização, e em outros, pela infiltração de um preparado à base de corticosteróide misturado com anestésico. Já para as dores do tendão-de-aquiles, além daqueles procedimentos médicos, eles recomendam o uso de sapatos mais confortáveis e repouso.

De nosso ponto de vista, porém, a tendinite e as dores do calcanhar podem acontecer independentemente de qualquer uma das causas acima mencionadas, podendo ainda subsistir, mesmo depois que as referidas causas tenham sido diagnosticadas e devidamente tratadas.

Tivemos em nossa clínica vários casos de pacientes com sintomas de tendinite, como LER e dores no tendão-de-aquiles, em cujas avaliações clínicas não fora encontrada nenhuma causa aparente.

A única explicação plausível para a tendinite, portanto, é o desajustamento corporal por deslocamento pendular da bacia, que, retesando os nervos, causaria reflexo doloroso nas fibras dos respectivos tendões.

Esse diagnóstico torna-se ainda mais convincente, considerando-se que de fato diversos pacientes acometidos de dores nos tendões, cujas causas não foram encontradas, submetendo-se à nossa nova terapia, que inclui a reorganização esquelética, ficaram livres do problema. Cito como exemplo dois casos.

O primeiro caso é o de Miro, 18 anos, tecladista de uma banda, que sofria muito com dores nos pulsos, no interior do antebraço e nas mãos, cujo diagnóstico fora tendinite. Segundo a prescrição médica, ele deveria ficar pelo menos quinze dias imobilizado.

Tendo, no entanto, nos procurado, verificamos que ele estava com desalinhamento musculoesquelético, razão pela qual os nervos cervicais estirados causavam dores reflexas no pulso. Feito o realinhamento, Miro ficou plenamente recuperado com apenas cinco sessões terapêuticas, voltando a tocar teclado prazerosamente.

O outro caso é o de Adão, 49 anos, desenhista, que além dos sintomas de ciática tinha também fortes dores no tendão-de-aquiles. À vista disso, consultou os melhores especialistas do ramo e submeteu-se a diversos tratamentos, sem nenhum resultado favorável. Ele já estava desanimado.

Foi quando nos procurou, uma vez que já não podia mais andar equilibradamente. E qual não foi a sua alegria quando, após o realinhamento corporal pela mesa elevatória e doze sessões de fisioterapia, não somente se viu curado da lombociatalgia, como também das dores do tendão.

NEUROMIALGIAS
Neuromialgias generalizadas são dores nevrálgicas, sejam apenas nevralgias, sejam dores neuromusculares simultâneas, que se notam de modo geral em todo o corpo. Tratando-se de nevralgias, é especialmente susceptível à irritabilidade e conseqüentemente à dor o nervo trigêmeo, a respeito do qual já falamos anteriormente.

É também o caso dos nervos do plexobraquial, ou seja, o conjunto de nervos cervicais que servem a nuca, pescoço, ombros e braços, e igualmente dos nervos intercostais, que correm entre as costelas, e ainda do nervo ciático, que serve a região lombar, os quadris, as pernas e os pés, sobre os quais também já falamos.

No caso das mialgias, podem aparecer simultaneamente em toda a massa muscular. Observe-se que tanto as nevralgias quanto as mialgias podem ser tão generalizadas que o paciente não saberia dizer onde localizá-las.

Certa vez, numa rotineira avaliação, perguntei a um paciente onde é que se localizavam as suas dores, ao que ele me respondeu: “Acho que é melhor o senhor me perguntar onde não tenho dores”. Outra paciente me disse que só não tinha dor nos cabelos.

Embora a medicina não tenha explicação clara para as neuromialgias generalizadas, alguns médicos, no mais das vezes, afirmam serem esses sintomas decorrentes dos mesmos e sobejamente conhecidos defeitos de coluna: calcificações, artrose, anomalias vertebrais, discopatia, desvios etc.

A bem da verdade, a causa é a mesma dos demais “sintomas de coluna”, até aqui já visto amplamente. Trata-se da assimetria esquelética, que faria tensionar os nervos raquidianos em geral, que por sua vez passariam a agredir generalizadamente toda a massa muscular, na qual eles estão inseridos.

A esse respeito, na maioria das neuromialgias generalizadas, os exames radiográficos não mostram nenhum defeito na coluna. É o caso da paciente Mirna, 36 anos, professora, que sofria de dores neuromusculares em todo o corpo havia mais de vinte anos. Além das dores, ela apresentava outros sintomas: tontura, distúrbios digestivos, nervosismo, angústia, insônia e taquicardia.

Os exames radiográficos foram todos negativos, e os médicos não sabiam o que fazer para curá-la. Então ela nos procurou para mais uma tentativa de cura. O fato é que, tendo se submetido ao tratamento da simetria esquelética, ficou plenamente recuperada. Ficou tão feliz que passou a considerar a sua cura um sonho.

CÃIBRAS
Do ponto de vista médico, existem vários motivos para a manifestação das cãibras. No caso da panturrilha, pode ser anemia e falta de irrigação sangüínea nas artérias da perna. De modo geral, podem ocorrer devido ao calor, durante o trabalho pesado em ambiente superaquecido, e aos trabalhos manuais, como o dos escritores, que os médicos denominam neurose ocupacional, e o dos relojoeiros, denominada neurite ocupacional.

Segundo os fisiologistas, a cãibra é uma contração muscular forte, prolongada e parcialmente involuntária, a saber, independente da vontade da pessoa, provocada por excitação das partículas de cálcio situadas em regiões profundas das fibras musculares. Ela ocorre, dizem, ou por causa dos impulsos nervosos, os quais promovem a troca de lugar entre o potássio e o sódio, ou pela diminuição dessas substâncias através da diurese, ou ainda pela falta de oxigênio e à presença de ácido láctico na corrente sangüínea.

São contrações extremamente dolorosas que não somente incidem na panturrilha, isto é, na barriga da perna, onde é mais freqüente, como também em outras partes do corpo. Tanto pode ocorrer mediante grande esforço físico quanto em pleno repouso.

Considerando-se, porém, que as cãibras ocorrem também à noite quando se está em repouso ou dormindo, é mais provável que aconteça em conseqüência de agressão neuromuscular passiva, decorrente da desarmonia músculo-esquelética, que retesando os nervos raquidianos e suas ramificações em toda a sua extensão, provocaria essas contrações musculares involuntárias caracterizadas por cãibras.

É fato notório que muitos pacientes com “sintomas de coluna” e também acometidos de cãibras, submetendo-se ao nosso tratamento, tão logo ficaram livres dos outros sintomas perceberam também que as cãibras tinham desaparecido.

É o caso da paciente Bete, 67 anos, do lar, que havia mais de dez anos vinha sofrendo com “dores de coluna”, precisamente a lombociatalgia. Nos últimos cinco anos, porém, começara também a sofrer de cãibras, que a atacavam durante o dia e também à noite. Ela já não podia ficar em pé mais de cinco minutos sem que as terríveis contrações musculares da panturrilha não lhe atacassem implacavelmente.

Às vezes, quando estava deitada, descansando ou dormindo, as cãibras começavam inadvertidamente, e ela era obrigada a se levantar, contorcendo-se de dores.

Certo dia, alguém aconselhou-a a procurar a nossa clínica. Bete perguntou-nos se o nosso tratamento serviria também para as cãibras.

Dissemos que sim, pois já havíamos recuperado
muitas pessoas que também sofriam daquele mal, inclusive alguns esportistas: corredores e jogadores de futebol, vôlei e basquete.

Então, submetendo-se à “terapia de coluna”, pelo realinhamento musculoesquelético, ela ficou inteiramente curada, não só da lombociatalgia mas também das cãibras. Comprova-se que, na maioria dos casos, a cãibra decorre das agressões neuromusculares provenientes do desalinhamento do esqueleto.

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ATROFIA E FORMIGAMENTO MUSCULAR
Atrofia muscular é a redução das dimensões da massa muscular que tenha alcançado o tamanho próprio da maturidade. É particularmente observada em determinadas porções musculares como resultado da interrupção ou deficiência do suprimento nervoso motor. Pode ocorrer por falta de exercícios ou por carências nutricionais. Esse tipo de atrofia é a mais comum nos “sofredores de coluna”, uma vez que, por causa das dores e da dificuldade para se locomover, trabalhar ou fazer exercícios, eles compulsoriamente passam a ter uma vida sedentária.

Já o formigamento cutâneo, cientificamente designado por parestesia, traduz-se por uma desordem ou sensações anormais na sensibilidade, geralmente no rosto, às vezes nas pernas, nos braços, nas mãos e nos pés.

Raramente ocorrem em outras regiões do corpo. A medicina descreve-a como uma sensação parestésica anormal, como se insetos estivessem rastejando sobre a pele. Segundo a avaliação médica, o sintoma da parestesia é conseqüência de doenças da medula, compressão das raízes nervosas ou de nervos periféricos.

De nossa experiência clínica, porém, temos observado que a grande maioria dos casos de formigamento ocorre por causa da já referida desarmonia esquelética. A tensão dos nervos raquidianos evidentemente, através das micro-terminações nervosas, pode causar reflexos subcutâneos, traduzindo-se por sensações de formigamento no rosto e nos membros superiores ou inferiores.

Observamos também que boa parte de nossos pacientes que apresentavam “sintomas de coluna”, cujo diagnóstico era a dessimetria esquelética, reclamavam também desses sintomas: alguns de atrofia muscular nos membros superiores ou inferiores, outros de formigamento, principalmente no rosto, nas mãos e nos pés.

Tão logo, porém, em todos os casos, o esqueleto retornava à posição original, normalizando a rede nervosa, não só as “dores de coluna” eram eliminadas, como também desaparecia o formigamento da pele ou a atrofia muscular (esta de recuperação bem mais demorada, pois depende de atividade física ou de exercícios para que o paciente possa recobrar a tonicidade muscular). Quero relatar, como exemplo, a história de dois pacientes, cuja recuperação desses sintomas foi notória.

A paciente Justina, 47 anos, do lar, sofredora de lombociatalgia havia oito anos, estava sendo incomodada ultimamente por um formigamento em quase toda a perna direita. Ela precisou fazer dezoito sessões para se livrar da lombociatalgia.

Antes de concluir o tratamento, no entanto, ela percebeu que a sensação de formigamento havia diminuído. Terminado o tratamento, um mês depois ela retornou para a costumeira manutenção e informou-nos que a parestesia desaparecera completamente.

O segundo caso é o de Roni, 28 anos, lavrador. Certo dia, quando reformava a sua casa em Mairiporã (SP), teve de pegar muito peso e, num dado momento, sentiu aquele “clic” na coluna.

Contorcendo-se de dores, foi levado para o hospital, onde ficou dois meses em tratamento.

Teve alta e voltou para casa, mas não podia andar, tendo de permanecer na cama, uma vez que ainda sentia muitas dores.

Tal situação perdurou por vários meses e ainda piorou por causa de sua falta de apetite, pois ele emagreceu cerca de 10 quilos e ficou muito fraco. A verdade é que, não só por causa de sua total inatividade, mas provavelmente também pela desnutrição, os músculos das pernas e de quase todo o corpo já se apresentavam gravemente atrofiados. Ele percebeu que estava ficando paralítico, pois já nem conseguia ficar em pé.

Foi então que outro paciente, recuperado de problema semelhante, encaminhou-o pessoalmente à nossa clínica.

Submetendo-se ao realinhamento corporal e à fotovibroterapia, depois de algumas semanas de tratamento ele já não sentia dores, podendo até caminhar devagar, apoiado em alguém. Resumindo, quatro meses depois estava inteiramente recuperado da atrofia muscular e andava normalmente. Tendo recobrado plenamente a sua capacidade locomotora, voltou a trabalhar.

ARTRALGIA
Artralgia é a dor articular proveniente de artrite, isto é, inflamação das articulações, que podem provir de infecção, degeneração dos tecidos articulares, alergias, ou depósitos de cristais de ácido úrico no espaço articular, como é o caso da gota. A relação que se estabelece entre a atividade imunológica do paciente e a chamada artrite reumatóide é, segundo a medicina, outra causa provável de lesões do tecido e inflamações articulares. Tais infecções, tanto as caracterizadas por artrite pura e simples quanto pela artrite reumatóide, podem atacar quase todas as articulações: clavícula, ombros, braços, a coxofemoral, joelhos, tornozelos e dedos das mãos e dos pés.

Os sintomas são dores nessas articulações, inchaço, dificuldade de mobilização articular, podendo até, em casos avançados, resultar na imobilidade parcial ou total das articulações afetadas ou em deformações dimensionais.

Em nossa experiência clínica, pudemos constatar dois fatos importantes em relação ao artritismo. Primeiro: o índice de pacientes acometidos de artrite é muito menor, em comparação com os sintomas atribuídos ao artritismo, pois, submetidos ao tratamento do realinhamento musculoesquelético, ficaram plenamente curados. Isso nos leva a concluir que a maioria dos pacientes artrálgicos não era portadora de artrite.

Segundo: a grande maioria dos pacientes realmente artríticos, tendo se submetido à nossa terapia, em alguns casos tiveram as dores artríticas reprimidas totalmente e, em outros, atenuadas de maneira considerável.

Isso demonstra que, uma vez eliminados os “sintomas de coluna”, as dores artríticas podem até desaparecer ou apenas passar desapercebidas, talvez porque o artritismo não constitua a causa principal dos sintomas, constituindo-se apenas um fator agravante de dores reflexas do estiramento nervoso, em conseqüência do desalinhamento musculoesquelético. Cito como exemplo a história de dois pacientes artríticos, um dos quais acometido de artrite reumatóide deformante e outro de artritismo gotoso. O sofrimento deles era intenso, não só pelas dores articulares, mais também pelas “dores de coluna”.

A paciente Janira, 70 anos, do lar, estava sofrendo de dores articulares e também de neuromialgia generalizada, isto é, dores nervosas e musculares no corpo todo. Isso já se arrastava por mais de vinte anos. Os exames radiográficos mostravam sinais de artrite, e já se viam também os sinais externos: deformações articulares dos dedos das mãos e dos pés. O paciente Naum, 45 anos, torneiro mecânico, sofria com dores articulares e “sintomas de coluna”. Só depois de cinco anos os exames mostraram sinais de ácido úrico. Repetiam-se as crises freqüentemente, não só com a exacerbação dos “sintomas de coluna”, como também das dores articulares, inclusive com inchaço das juntas dos dedos dos pés. É notável que, após submeter-se à terapia do alinhamento musculoesquelético, ambos ficaram livres das dores, embora o artritismo evidentemente seguisse fazendo parte da vida deles.

 
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