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Você agora terá a oportunidade de ler o depoimento de várias pessoas que, recuperadas das “dores de coluna”, ficaram maravilhadas pelo resultado obtido com a nossa nova técnica terapêutica. Inúmeros pacientes enviaram as suas declarações, com a devida autorização para publicá-las. Por absoluta falta de espaço, tivemos de selecionar alguns depoimentos que certamente irão despertar a sua atenção. São histórias de curas contadas de vários ângulos, inclusive por gente conhecida.

SILVIO SANTOS
Meu caro Pedro Liasch, seu tratamento fez com que eu não tivesse até agora mais nenhum problema com a minha coluna. Obrigado por sua ajuda e desejo que você tenha saúde, felicidade e muita alegria em 1987. Queira Deus que todos os seus pacientes tenham a mesma sorte que eu tive. Feliz Natal deste seu admirador e amigo.
Silvio Santos
Dezembro de l987

CAFU
Além de meu problema do joelho esquerdo, do qual todos ficaram sabendo, tive outro problema sério de lombociatalgia. Incomodava tanto que nos últimos meses antes das férias eu já não estava agüentando jogar de tanta dor nas costas e nos nervos das pernas.
Quando cheguei ao Brasil, falaram-me do terapeuta Pedro Liasch Filho, criador de uma terapia única para dores de coluna, ciáticas e musculares, da qual já se valeram muitos esportistas, inclusive vários jogadores de futebol do passado e do presente.
Procurei o dr. Liasch, e ele me examinou. Disse-me que a minha dificuldade para me recuperar da lombociatalgia e também do joelho era porque o meu corpo estava desalinhado, e por isso, segundo ele, os meus nervos estavam todos presos, agredindo a musculatura e causando dores reflexas no joelho.
Assim, indicou-me doze sessões na mesa elevatória que ele inventou e aplicações de luz e vibração na coluna. Iniciei logo o tratamento, e o fato é que já nas primeiras sessões comecei a sentir melhora. Antes mesmo de terminar o tratamento eu já me sentia tão bem, inclusive do joelho, que iniciei os exercícios físicos com corrida leve. Hoje, plenamente recuperado, não sinto mais dores nas costas nem nos nervos das pernas.
Marcos Evangelista de Morais (Cafu)
São Paulo, 15 junho de 1999

GUGU
Eu estava desanimado. Já havia recorrido a todos os recursos médicos disponíveis, mas nada adiantou. O dr. Liasch me examinou e disse-me que eu estava com a bacia deslocada e com o esqueleto desalinhado. Explicou que isso fazia retesar os nervos cervicais e dorsais, inclusive o nervo que comanda o diafragma, prejudicando a respiração. Disse-me também que a solução era o realinhamento musculoesquelético, que se faz numa mesa elevatória que ele mesmo inventou. O fato é que fiz apenas quatro sessões fisioterápicas, e estou inteiramente curado.
Antônio Augusto Liberato (Gugu)
São Paulo, 02 de Junho de 1999

Visite nossa clínica em São Paulo, SP, à rua Joaquim Távora, 1410, Vila Mariana.
Para agendar avaliações, ligue (11) 5573-8000


AGNALDO TIMÓTEO

Cerca de dez anos atrás, cometi a imprudência de participar de uma brincadeira no programa Viva a noite, do SBT, e por muito pouco não fiquei paralítico para o resto da vida. Para minha felicidade, fui aconselhado a procurar o professor Pedro Liasch e ali recebi um extraordinário tratamento, que me deu a alegria de voltar a ser um homem absolutamente saudável.
De lá para cá, sempre que encontro alguém que apresente problema na coluna ou na bacia, recomendo imediatamente o professor Pedro Liasch. Quando o senhor presidente da República deu mostras de estar com dificuldade para caminhar, imediatamente enviei-lhe uma carta, listando os benefícios de se tratar com um especialista do nível do professor Pedro Liasch. Ao extraordinário profissional, a minha gratidão e o meu abraço.
Agnaldo Timóteo
Brasília, 3 de julho de l996

CARLOS ALBERTO TORRES
Ciente da intenção do terapeuta Pedro Liasch Filho de lançar um livro sobre a coluna vertebral, venho por meio desta prestar-lhes algumas informações e conceder-lhes autorização para que o meu nome e essas informações sejam mencionados no referido livro.
Em 1972, eu sentia fortes dores nas costas, que não havia meio de sarar. Ao saber de meu caso, Mané Maria indicou-me Pedro Liasch Filho, que ao me examinar disse que eu estava com um retesamento de nervos, desde a raiz, na coluna. O fato é que após a recuperação desse problema, feito numa mesa ortopédica que ele inventou, e algumas aplicações de fisioterapia fiquei completamente curado.
Em 1974, pouco antes da convocação dos jogadores para seleção brasileira de futebol, eu estava com um sério problema no joelho direito, que não melhorava, pois já havia adquirido novo problema na coluna — segundo explicações de Pedro Liasch, o repuxo dos nervos da perna prejudicava a recuperação. Fui convocado, mas, antes de eu seguir para o Rio, Pedro fez o mesmo tratamento, isto é, corrigiu-me a bacia e fez três aplicações diárias. Nunca mais senti nada no joelho.
Mais tarde, durante os treinos da seleção, tive uma trombada com outro jogador, e ele pisou no meu pé direito. Simultaneamente, conforme Liasch me explicou, houve outra torção na coluna, alterando o nível da bacia e repuxando novamente os nervos da perna.
Fui dispensado pelos médicos da CBD (hoje CBF), pois, segundo eles, eu levaria de quinze a sessenta dias para me recuperar da contusão no pé. Voltei a São Paulo e recorri novamente a Pedro. Passei outra vez por sua famosa mesa ortopédica e submeti-me a apenas duas aplicações de fisioterapia: fiquei curado em apenas três dias.
Aproveito o ensejo para fazer um apelo aos médicos em geral, especialmente aos da CBD (hoje CBF), que procurem esse homem. O que ele faz com o seu equipamento inédito é realmente impressionante, um fato novo com resultados comprovadamente positivos, não só no meu caso, mas também em muitos outros que constatei.
Carlos Alberto Torres
São Paulo, 18 de fevereiro de 1975

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GERSON
Quando eu jogava pelo Fluminense, em 1973, fui acometido de dores na região lombar e também nos nervos da perna esquerda. Isso me deixou afastado do futebol por algum tempo. Na ocasião, recebi a visita do Mané Maria, jogador do Santos F. C., que tinha uma história incrível para me contar. Depois daquele acidente de automóvel em Santos, ele fora considerado definitivamente impossibilitado de praticar o futebol. Mas ele procurou o terapeuta Pedro Liasch Filho, foi recuperado e voltou a jogar como antigamente. Não tive escolha senão atender à recomendação do Mané.
Na primeira visita que fiz à clínica do Liasch, ele me examinou e disse que o meu problema era uma torção báscula da bacia, que, alterando o esqueleto, retesava os nervos da região lombar e da perna. Disse-me também que a solução do problema era simples: bastaria corrigir o esqueleto e fazer algumas sessões de fisioterapia. Foi o que ele fez. Passou-me numa mesa elevatória para corrigir a bacia e em seguida encaminhou-me para uma sessão de fotovibroterapia.
É incrível afirmar que dentro de poucos dias eu estava completamente recuperado. Voltei aos treinos no Fluminense e logo comecei a jogar, ostentando o melhor de minha forma física. Vários anos já se passaram, e nunca mais tive problemas de ciática, tampouco de lombalgia. Desde então, sempre que fico sabendo de alguém que tenha problema de coluna e de dores nevrálgicas ou musculares, recomendo logo o tratamento do Liasch. Até agora, todos os que eu recomendei ficaram satisfeitos.
Gerson de Oliveira Nunes
Niterói, 28 de dezembro de 198

MANÉ MARIA
Todos ficaram sabendo que estive à beira da morte depois de um acidente automobilístico em Santos, com várias fraturas e onze dias em estado de coma. Felizmente recuperei-me, mas, mesmo depois de receber alta da Santa Casa, eu não via nenhuma possibilidade para voltar a jogar futebol. Eu andava visivelmente torto, desequilibrado, caindo à toa. Continuava com fortes dores na perna direita e na nuca e ainda estava com um desvio na visão.
Na medida em que o tempo passava, durante o qual eu não via nenhum resultado com os tratamentos e exercícios que os médicos me prescreviam, o meu desespero aumentava. Queriam até me operar a vista.
No dia 28 de janeiro de 1971, tive a felicidade de conhecer o terapeuta Pedro Liasch Filho, hoje meu grande amigo e conselheiro, que me examinou e constatou que o meu problema era uma torção na junta da coluna lombar que, alterando o esqueleto, repuxava os nervos da perna e também o nervo ótico.
Então procurei o “seu” Pedro e me submeti ao seu método de tratamento, que aliás é diferente de todos os que eu já tinha feito. Primeiro ele recuperou a minha coluna e em seguida fez aplicações de massagens. Parecia até um sonho, pois no mesmo instante senti um alívio em todo o meu corpo. Percebi que até a minha visão havia melhorado.
É que antes do tratamento eu sempre enxergava duas imagens, e até brincavam comigo dizendo que eu realmente não podia jogar, pois enxergando duas bolas não saberia qual chutar. Logo depois do tratamento, porém, notei a diferença quando olhei novamente para um letreiro que estava na sala do “seu” Pedro. Foi um dia de muita alegria para mim. Desci a serra contente e com as esperanças renovadas. Voltei ao consultório do “seu” Pedro algumas vezes para fazer aplicações fisioterápicas, mas já não sentia dor alguma, nem na perna, nem na nuca.
Com muita disposição e força de vontade, recomecei os exercícios e os treinamentos. Eu podia sentir e todos podiam ver a minha recuperação, pois não demorou quarenta dias eu já estava participando de treinos e coletivos. Atualmente, não tenho nenhum problema de ordem física ou psíquica e estou completamente reintegrado ao futebol. Cada vez que tenho algum problema de dores, vou logo a São Paulo procurar o “seu” Pedro, em quem tenho tanta confiança que até já recomendei muitos amigos a ele, como Carlos Alberto Torres, Pelé, Cejas, Joel Camargo e Miflin (jogadores do Santos F. C.), Rodrigues Neto e Rogério (Flamengo), Gerson (Fluminense) e outros. Para a minha alegria, todos eles foram curados também.
Manoel Maria Evangelista dos Santos (Mané Maria)
Santos, 20 de janeiro de 1975

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DRA. MARIA LINA
Prezado dr Pedro Liasch, sou médica, cardiologista, e fui acometida de lombociatalgia, que segundo os médicos neurologistas é decorrente de uma hérnia de disco. Uma amiga aconselhou-me a recorrer à sua clínica, e quero por meio desta agradecer ao tratamento aí dispensado, pois, tendo já sido encaminhada para uma cirurgia de hérnia discal, recusei-me a fazê-la, e fiz bem, pois com o seu tratamento estou plenamente recuperada, sem dor, levando uma vida normal. Deixo aqui o meu abraço a toda a equipe técnica, pelo carinho que me dispensaram, pedindo a Deus que os ilumine sempre.
Maria Lina Pinto da Silva, médica (CRM 37051)
São Paulo, 5 de abril de 1993

DR. ANITO
Aos quinze anos de idade, sofri um acidente e em conseqüência disso comecei a apresentar dores nas regiões lombar e cervical. Procurei vários tratamentos com orientação ortopédica, contudo sem resultado satisfatório.
Por fim, procurei o terapeuta físico Pedro Liasch Filho e submeti-me ao seu novo método de tratamento, que consiste no realinhamento musculoesquelético em uma mesa elevatória. Passei também por aplicações de luz infravermelha e sessões na mesa vibratória. Hoje, sinto-me curado, uma vez que deixei de sentir aquelas dores que tanto me incomodavam.
Anito Silva Pires, psicólogo (CRP 3645)
São Paulo, agosto de 1992

DRA. ANGELA
No ano de 1970, passei dez meses (janeiro a outubro) em uma cadeira de rodas porque havia fraturado a perna esquerda num atropelamento. Quando me foi permitido deambular, comecei sentir dores lombares. Fiz inúmeras avaliações ortopédicas, com diferentes profissionais da área, os quais me indicaram vários tratamentos, porém sem solução.
Foram vários anos de sofrimento. Procurei então o terapeuta Pedro Liasch Filho e, seguindo a sua orientação, submeti-me à sua técnica fisioterápica, que consiste no realinhamento musculoesquelético na mesa elevatória para correção da bacia. Passei também por algumas sessões de fotovibroterapia. Hoje estou curada e sou muito grata ao dr. Pedro por isso.
Angela Regina Contador, médica (CRM 30751)
São Paulo, 17 de julho de 1992

REGINA MARQUES
Eu sofria desde criança. Mas quando fui para o colégio, aos 13 anos, tudo piorou. Fui ao médico e falei-lhe de minhas dores, do cansaço e do desânimo que eu sentia. Tomei todos os remédios indicados, e nada resolveu. Por fim, revoltada, abandonei o trabalho e a escola e entrei numa grande crise de fraqueza e depressão, tendo de tomar doses altíssimas de calmantes. A vida não tinha mais sentido para mim. A minha irmã levou-me novamente ao médico, que me pediu exames de raios X, cujo resultado foi escoliose. Fui encaminhada a um especialista, que também não conseguiu resolver o meu problema.
Então um primo, morador de Brasília, sofredor de coluna por muito tempo, disse-me que havia feito um tratamento com o fisioterapeuta Pedro Liasch, em sua clínica localizada no Ipiranga, e ficara curado. Imediatamente, procurei o tal fisioterapeuta, porém sem nenhuma esperança.
Resumindo, a partir daquele dia, depois de quase quarenta anos de sofrimento, comecei uma nova vida, uma vez que, terminado o tratamento, fiquei totalmente curada. A minha vida mudou de tal maneira que voltei a estudar e a trabalhar. Nesse emprego, fui promovida várias vezes. Hoje sou grata ao dr. Liasch e a Deus por terem me dado a oportunidade de ficar sem dores e começar a viver uma vida realmente feliz.
Regina Marques de Carvalho
São Paulo, 9 de novembro de 1992

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